
Acredite, uma coisa que não muda nunca é: não prometa se não vai cumprir. Rio de mim mesma. Prometi que comentaria sobre o texto de Veríssimo, e se não fosse pelo gentil amigo que me cobrou, passaria em branco. E é fato: não prometa se não vai cumprir, e isso é uma coisa que está diretamente ligada as mudanças que o autor gaúcho comenta que a sociedade nem percebe.
Não prometa o amor a alguém que você não conhece ainda.
Não prometa uma visita a seu amigo mais querido que você há tempos não vê, porque justamente na hora surge um imprevisto.
Não prometa para si grandes conquistas, porque se você não transformá-las em pequenas primeiro, verá que as grandes não caberão em si mesmas.
Não prometa uma história de vida para alguém que você não sabe se gosta.
Não prometa abraços a momentos que nem você se sente a vontade para ser você mesmo.
Não prometa prazeres quando o desconhecido é grande e a sensação é pra lá de efêmera.
Não prometa o mundo quando o que tens é apenas palavras.
São tantas as coisas que são prometidas que vemos passar em branco.
Mais tempo com a família.
Mais tempo para nós mesmos.
A casa própria.
A vida própria.
Você (im)próprio.
Com todas as promessas jogadas ao vento, nota-se que o tempo passa e não há nada que fica.
Tudo vai.
Até as promessas.
(do blog Tabuleiro da Alma)

Sábias e necessárias palavras, minha doce flor amiga!!!
ResponderExcluirAmo muito tua personalidade, teu jeito bacana de ser e ver a vida.Sou tua fããã!Amo vc!!!Bjocas no coração!!!